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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Leonídio Pereira Oliveira, tudo começou com ele

Um pouco da minha historia



 Leonídio Pereira Oliveira nasceu em 11 de novembro de 1886, no município de Guanambi (BA). Veio para Conquista em 14 de setembro de 1915, residindo na “Fazenda São Bernardo”. A princípio era tropeiro (profissão que corresponde a de um caminhoneiro); depois que veio para Conquista tornou-se pecuarista. É considerado o formador da cidade de Barra do Choça, para onde se mudou por volta de 1942. O município já era habitado pela tradicional família Amorim, cujo patriarca Filoteu Xavier de Amorim por lá chegou em 1898 e instalou a fazenda “Coqueiro”. Mas foi Leonídio quem praticamente deu início à povoação da cidade de Barra do Choça, contribuindo, inclusive, para a abertura da estrada de rodagem Conquista/Barra do Choça. Foi também um dos primeiros a adquirir carros Ford Fubica de Conquista, na década de 30. Leonídio é pai de Onildo Oliveira, fundador do Laboratório Labo.
( Ele também é pai da minha bisavó , Francelina Oliveira )

Fonte:  http://tabernadahistoriavc.com.br/page/11/










Momento de reflexão

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Le style Carla Bruni-Sarkozy

Trilhos e trens

Estava eu navegando pela net, quando me deparei com um blog maravilhoso "O gosto do quando" e  resolvi postar aqui pra vocês, claro com os merecidos créditos ao autor.

 
Nâo se constrói trilhos para ser seguido,
mas, para deixar

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Em algum lugar

"Éramos felizes e não sabíamos", lembranças da infância



Quero dedicar este post à Nádya Haua ( www.simplesmente.poeta.nom.br)

O que mais sinto falta do Brasil são das coisas simples e rurais, apesar de sempre ter morado na capital (Salvador) sempre passava minhas férias no interior, com meus meus avós materno .
As melhores lembranças que tenho da minha infância são aquelas

Momento de reflexão

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

domingo, 19 de fevereiro de 2012

La solitude



Rompre la solitude

Pour la plupart d'entre nous, la solitude est un vrai problème. C'est pour cette raison qu'au lieu de l'accepter telle qu'elle est nombreux cherchent à la rompre le plus vite possible. En réalité ces personnes ne supportent pas le fait de sentir seules et de se retrouver confrontées avec elles-mêmes

Conclusion

Chaque instant qui s’offre à nous est un nouvel apprentissage de la vie, dans ses limites comme dans ses moments de grande plénitude. Même si notre besoin de l’autre est très grand, il ne peut remplir notre vide et nous apporter la sécurité que nous recherchons. Cette sécurité, il faudra la trouver en nous-mêmes, car il est impossible de penser que nous pouvons nous trouver en quelqu’un d’autre. C’est tout le sens de l’identité personnelle qui entre en jeu. Cette identité se trouve en marchant sur notre propre chemin et en nous connaissant bien nous-mêmes. Le secret, c’est cette plongée à l’intérieur où nous irons puiser force et inspiration.

Momento de reflexão "A Solidão"

A Solidão
Alguma vez você já se sentiu só? Você já procurou entrar fundo nesse sentimento de solidão para perceber o que acontece?
No vocabulário de língua portuguesa a palavra "solidão" significa: estado de quem se sente ou está só.
A solidão é um estado interno, a princípio um sentimento de que

Momento de reflexão

Momento de reflexão

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Petite pause pour me ressourcer


Encore une hospitalisation pour essayer de sortir et de vaincre la dépression.
J'espère avoir le droit à l'internet pour me communiquer  avec vous et avec le monde. Bises et a plus


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Désespoir

Momento de reflexão (Hannah Arendt)


« Penser c'est vivre. Vivre c'est penser. Pas de pensée sans prise de risque. Pas de pensée qui ne soit un affrontement personnel avec le monde. Penser c'est aussi frôler le précipice, assumer le désespoir et la solitude qui peuvent en résulter. »


Dans les pas de Hannah Arendt (2005)

Le suicide / O suicidio


«Le suicide !

Mais c'est la force de ceux qui n'en ont plus,

C’est l'espoir de ceux qui ne croient plus,

C’est le sublime courage des vaincus.»

(Guy de Maupassant)


Tradução:

Momento de reflexão (Fernando Pessoa)




sábado, 11 de fevereiro de 2012

Champs Elysees

Solidão , Clarice Lispector



"...Que minha solidão me sirva de companhia.
que eu tenha a coragem de me enfrentar.
que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir
como se estivesse plena de tudo."
Clarice Lispector

Como dizia o poeta

Interpretada pela musa maior "Maria Bethânia"

Como dizia o poeta


Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não
Vinícius de Moraes

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Brincar de viver

O racismo dissimulado na cultura brasileira

Achei esse texto maravilhoso e instrutivo, pricipalmente para os pré-conceituosos brasileiros
Janete

Rosana Jatobá - jornalista, graduada em Direito e Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, e mestranda em gestão e tecnologias ambientais da Universidade de São Paulo

" O insustentável preconceito do ser!

Era o admirável mundo novo! Recém-chegada de Salvador, vinha a convite de uma emissora de TV, para a qual já trabalhava como repórter. Solícitos, os colegas da redação paulistana se empenhavam em promover e indicar os melhores programas de lazer e cultura, onde eu abastecia a alma de prazer e o intelecto de novos conhecimentos.

Era o admirável mundo civilizado! Mentes abertas com alto nível de educação formal. No entanto, logo percebi o ruído no discurso:
- Recomendo um passeio pelo nosso "Central Park", disse um repórter.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

L'air du temps


L’AIR DU TEMPS

La vie comme une plume,
Sur un nuage ou dans la brume,
Vole dans le vent,
A l’air du temps.

La vie comme un bateau,
Sur les vagues ou dans les flots,
Glisse lentement,

A l’air du temps.

La vie en hirondelle,
Sous les orages, du bout des ailes,
Dérive doucement,
A l’air du temps.

La vie comme un radeau,
Sur les écumes ou dans les eaux,
Se noie tout simplement,
A l’air du temps.

             A.Cartner

Fonte : http://alancartner.rmc.fr/ - Alan Cartner Poésie