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quinta-feira, 8 de março de 2012

Mulheres que fizeram a historia da minha vida



Foram tantas as mulheres que fizeram parte da minha vida, que marcaram o  meu caracter, meu destino. Que me ensinaram a cozinhar, fazer bolos, biscoitos, ter boas maneiras, respeitar as pessoas… e valorizar todas as coisas da vida.
Lembro da minha bisa Francelina de Oliveira Costa, que
gostava de pentear os meus longos cabelos e fazer tranças, pena que eu era muito pequena e as lembranças são poucas.
Lembro da minha avó Amélia, exemplo de mulher forte, que nunca vi ter um gesto ou palavra de baixo calão ; séria, segura dela, respeitava para ser respeitada. Sempre elegante, ja acordava bem vestida e com seus scarpins de salto médio. Religiosa fervorosa, irmã, prima, tia, avó fiel e servidora. Eram 12 irmãos, 6 homens e 6 mulheres, a casa sempre estava aberta à todos, principalmente aos primos de Conquista que tinham fazendas em Macarani e todas as semanas passavam para tomarem o café, com biscoitos, bolos, pão caseiro, queijo, requeijão… a casa e a mesa da minha  avó sempre eram muito fartas. Fartas de amor, carinho… e muita comida, rsrsr.
Da minha avó nasceram minha mãe Flordenice e minha tia Gladys. Eu sempre me perguntei onde meus avós foram  achar estes dois nomes em plena Macarani, cidadizinha onde eles viviam na época.
Eu sempre fui a preferida de tia Gledinha (como todo mundo à chamava) e lembro que ela sempre brincava comigo me jogando de um joelho à outro e me chamando de « meu cutelo, meu bitelo », não me perguntem pois não sei o significado,rsrs. Tia Gladys sempre foi daquelas pessoas que não levavam desaforo para casa e era respeitada por isso. Ela também deu vida a outra mulher da familia, minha amada e erudita prima Eduarda (que todos chamavam Du).
A mais nova é a minha doce a adorada mãe Flordenice ( que todos chamam de Nicinha ). Sempre foi a mais sapeca, a mais festeira. Casou-se cedo, com 17 anos, com o homem mais charmoso,inteligente, erudito, festeiro e amado desta terra o Sr. Antônio Carlos da Costa Silva. Que, infelizmente nos deixou no dia 28 de abril de 2001, e que até hoje, quando falo ou me lembro dele eu choro, choro de saudade o de amor pelo melhor pai do mundo (amor eteno e incondicional).
 Desses dois seres humanos nasceram 3 meninas : Janete Jane, Lucia Amélia ( que pra  todos sempre foi Bé) e Débora Karla.
Quero dar o merecido destaque à Bé (Lucia Amélia), que nos presenteou com duas joias raras, as filhas que não pude ter, as unicas netas e sobrinhas, Raissa e Vitoria.
Sempre fomos muito fusional, eu e Bé, como se fosse-mos irmãs gêmeas. Temos um ano de diferença, mas sempre me preocupei e cuidei dela como se fosse minha filha magrela, pois eu sempre fui mais fofa. Quando adolescentes vivemos coisas que somente nos sabemos a importância e os significados e traças que deixaram nas nossas vidas.
Raissa chegou como uma princesinha, primeira neta, sobrinha e filha, foi um raio de luz na nossa familia. De carater forte, como eu e a maioria das mulheres da familia. Tenhosa, batalhadora, amiga fiel, não tem papas na lingua,rsrsrsr, minha primeira filha, que minha irmã me deu o ireito de dividir com ela. Se formou em enfermagem, com méritos e elogios de todo o corpo docente.
Quinze anos depois chegou a nossa outra princesinha, Vitoria Maria, a coisa mais linda e fofa (junto com Raissa) deste mundo. Foi uma emoção diferente, profunda, em se tratando do momento que minha irmã estava vivendo.. Ela foi o sol, a lua e as estrelas que iluminaram nossas vidas.
Obrigada meu Deus, por ter esta e tantas outras historias que posso contar, da minha vida.
Amo todas as mulheres da minha familia. Não pude falar de todas pois são muitas e cada uma representa uma parte da minha vida.
Obrigada à todas vocês e beijos
Janete Jane

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